sábado, 24 de setembro de 2011

Falta de chuva afeta leito de rios e causa morte de animais em GO

Estiagem tem causado problemas no município de Porangatu.
Seca prejudica cerca de 60 famílias de assentamento da região.

Do Globo Rural
A última chuva que caiu na zona rural de Porangatu, no norte de Goiás, foi no início de abril. Os cinco meses de estiagem comprometeram o leito dos rios, que nesta época do ano já estão praticamente secos.
No Rio do Ouro, um dos mais importantes mananciais da região, é possível caminhar sem problemas.
A situação fica ainda mais grave nos assentamentos rurais. A agricultora Silvânia Ferraz tentou, mas não conseguiu salvar o animal que ficou debilitado por causa da seca.
Cerca de 60 famílias que moram no Assentamento Irmã Dorothy enfrentam problemas com a falta de água e de pastagem para alimentar o rebanho.

sábado, 10 de setembro de 2011

Como fazer lâmpadas com garrafas pet

Os materiais necessários para isso são:
  • Garrafa PET transparente
  • água sanitária ou cloro
  • água da torneira
  • tubo de filme fotográfico (ou alguma outra coisa para proteger a tampa da garrafa)
É bem fácil de fazer: Basta encher a garrafa PET com água e colocar um pouquinho de água sanitária (ou cloro). Agora é só tampar bem para evitar que a água seque. Por fim, coloque o tubo de filme na tampa para evitar o ressecamento causado pelos raios luminosos.
Agora é só fazer uns furos no telhado e fixar a lâmpada com massa de vidraceiro, lembrando que se o serviço não for bem feito, qualquer chuvinha será sinônimo de goteira no seu barraco.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

RECICLÁVEIS E NÃO RECICLÁVEIS

Entre os tipos de papel que podem ou não ser reciclados, temos:

RECICLÁVEIS
jornais e revistas, folhas de caderno, formulários de computador, envelopes, rascunhos, caixas em geral, aparas de papel, fotocópias, papel de fax, cartazes e folhetos
NÃO RECICLÁVEIS
papel carbono, fita crepe, papéis metalizados, papéis parafinados, papéis plastificados, papéis sanitários, "papel" de bala, embalagens de biscoitos, papéis sujos, etiqueta adesiva, tocos de cigarro e fotografias

PAPEL RECICLADO ARTESANAL

PAPEL RECICLADO ARTESANAL

O papel nada mais é que um emaranhado de fibras vegetais. Ao transformar papel usado em novo, estamos na verdade desfazendo essa trama e entrelaçando as fibras novamente. A partir do papel artesanal, é possível confeccionar papéis de carta, marcadores de livros, porta-retratos, porta-lápis, capas de caderno, livros, cartões de visitas, envelopes, convites, papel e embalagens de presentes, entre muitas outras possibilidades.

O Desmatamento no Brasil: uma questão histórica.

Em um artigo recente, publicado neste site, alertamos sobre “A cautela e o real desmatamento da Amazônia”. Não existe nenhum mérito neste artigo em matéria de previsão, pois o que se disse foi que a sociedade deveria olhar com mais atenção e cautela sobre os índices de diminuição de desmatamento divulgados pelo governo com alarde e alegria. Órgãos do governo e a mídia, precipitadamente, correram a divulgar a notícia como um feito grandioso – esse sim, cheio de mérito – e até mesmo, permanente.

Para quem conhece (ou estuda) um pouco a História do Brasil, saberia que os pouco mais de 500 anos de existência do país (pelo menos na história ocidental, não contando os “naturais” que aqui já estavam, claro), foram, sem dúvida, constituídos a mercê e sorte da Mata Atlântica e parte da Amazônica. Os chamados “ciclos econômicos” (ou como queriam interpretar) da História do Brasil nos mostram essa realidade: que o desmatamento e a utilização dos recursos naturais do país são de uso sistemático, predatório, perdulário e histórico.

No passado o Estado de São Paulo (final do século XIX, início do XX), por exemplo, teve durante o período cafeeiro de sua economia (para nós foi uma das maiores intervenções na paisagem natural da história humana) alguns defensores da melhoria do plantio de cafeeiros e a melhor utilização dos solos, florestas, etc. Queriam implantar o que chamavam de “Moderna Agricultura” em oposição à “Agricultura Tradicional”, a derrubada e queimada de largos espaços florestados para o cultivo econômico, também chamado de coivara.

O fato a que se assiste no presente não é tão diferente do passado. Primeiro surgem os madeireiros que exploram as árvores de madeiras mais nobres e, portanto, mais valorizadas e caras, depois vem os pecuaristas e fazendeiros, derrubam a floresta, queimam, e lá está o campo desbravado, semi-pronto para a sua utilização comercial.

É neste sentido que toda a sociedade deve se orientar, falta educação (em todos os níveis, também, de educação ambiental), consciência, fiscalização, recursos humanos e financeiros, vontade política, e um mundo de problemas que fazem do meio ambiente, em diversos lugares, ser um assunto de segunda ou terceira importância. Dados como os de janeiro último, que entre julho de 2006 a julho de 2007, 11 mil quilômetros quadrados (novo recorde do período) de florestas foram devastados na Amazônia deveriam estarrecer políticos, mídia e a todos os cidadãos – deve-se acreditar na reunião de emergência do presidente do país sobre a questão?

Assim, é bastante oportuna e pertinente a leitura do livro do historiador Warrean Dean: “A Ferro e Fogo: A história e a devastação da Mata Atlântica” (o historiador é americano), onde em suas conclusões salienta que os livros didáticos e manuais de história aprovados pelo Ministério da Educação deveriam começar com a seguinte frase: “Crianças, vocês vivem em um deserto; vamos lhes contar como foi que vocês foram desertadas”.
Por Amilson Barbosa
Colunista Brasil Escola

BRASIL

O Brasil e o segundo pais com maior cobertura vegetal do mundo , ficando atrás apenas da Rússia. Entretanto, o desmatamento está reduzindo de forma significativa a cobertura vegetal no território brasileiro. São aproximadamente 20 mil quilômetros quadrados de vegetação nativa desmatada por ano em conseqüência de derrubadas e incêndios. biodiversidade, empobrecimento do solo, emissão de gás carbônico na atmosfera, alterações climáticas, erosões, entre outros.

O desmatamento no Brasil ocorre principalmente para a prática da atividade agropecuária. Porém, a construção de estradas, hidrelétricas, mineração e o processo intensivo de urbanização contribuem significativamente na redução das matas.

Conforme cálculos do Instituto Nacional de Pesquisa Espacial, a área desmatada na Amazônia até o ano de 2002 era superior ao tamanho do território francês. Isso se deve principalmente à extração de madeira e atividade agropecuária. De acordo com pesquisas do Ministério do Meio Ambiente, foi constatado que 80% da extração da madeira na Amazônia ocorrem de forma ilegal.


Queimada, técnica nociva para o solo e atmosfera
A Mata Atlântica perdeu aproximadamente 93% da sua cobertura vegetal, restando apenas 7%. Do território brasileiro, 15% era ocupado pela a Mata Atlântica. Hoje é considerada a quinta área mais ameaçada do planeta.

O Cerrado, a partir da década de 1950 intensificou-se o desmatamento em sua área. Isso ocorreu principalmente pela expansão das fronteiras agrícolas e políticas públicas para a ocupação do centro-oeste brasileiro. A intensa urbanização e as atividades agropecuárias são os principais responsáveis pelo desmatamento do Cerrado. Conforme estudos do Ministério do Meio Ambiente, 67% do bioma sofreu modificação.

A Caatinga teve sua vegetação reduzida pela metade devido ao desmatamento. São aproximadamente 500 mil hectares devastados por ano.

A busca por um desenvolvimento econômico imediatista é o principal responsável pelos desmatamentos no Brasil, desprezando um possível desenvolvimento social e ecológico. O que futuramente acarretará problemas em grandes proporções.
Por wagner de cerqueira e francisco

Aquecimento global

O desmatamento no Brasil tem contribuído para o Aquecimento Global
Tudo que está envolvido com a destruição do meio ambiente contribui com o aquecimento global. Mas os desmatamentos e as queimadas do Brasil tem sido fonte de grande preocupação já que tem contribuído de uma forma grande para o aquecimento de nosso planeta, devido a diminuição da camada de ozônio.
O desmatamento também recebe o nome de desflorestação ou desflorestamento, que todo significam a mesma coisa: o desaparecimento de massas florestais. E ele ocorre principalmente pelo ação do homem sobra a natureza, que na maioria das vezes destrói matas pelo cultivos agrícolas, apenas pensando na extração da indústria madeireira.
Mas com estas atitudes, o Aquecimento Global tem se tornado cada vez mais intenso, e este fenomeno já vem ocorrendo a cerca de 150 anos atrás, e se agravando cada vez mais em nosso planeta. Infelizmente não outra maneira de combate-lo se não for parando com o desmatamento, com a poluição, com as queimadas, etc. Sem falar nos animais que precisam mudar de habitat devido ao desflorestamento, muitos entrando ate mesmo em extinção por não conseguir sobreviver na mudança de local. Um absurdo, que esperamos um dia a mudança dessas atitudes.

Desmatamento

Afra Balazina e Andrea Vialli - O Estado de S. Paulo
O Brasil foi o País que mais perdeu áreas de florestas entre 2000 e 2005, aponta estudo divulgado ontem pela PNAS, publicação oficial da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos.
No mundo todo, a cobertura vegetal diminuiu 3,1% entre 2000 e 2005 - Arquivo/AE
Arquivo/AE
No mundo todo, a cobertura vegetal diminuiu 3,1% entre 2000 e 2005
especialA evolução do desmatamento na Amazônia  
No período foram desmatados 165 mil quilômetros quadrados de floresta, o equivalente a 3,6% das perdas de florestas no mundo todo. O segundo país que mais perdeu florestas foi o Canadá, com o desmate de 160 mil km². A ação do homem e desastres naturais são as principais causas da perda de florestas.
No mundo todo, a cobertura vegetal diminuiu 3,1% entre 2000 e 2005. Foram 1,01 milhão de km² desmatados, o que sugere crescimento de 0,6% ao ano.
O estudo se baseou em observações por satélite de pesquisadores das Universidades de Dakota do Sul e do Estado de Nova York.

Frases ecológicas para meditação

Cuidar da água é essencial para preservar a vida.
Evitar desperdício e poluição da água é tarefa de todos.
Vamos proteger as nascentes, lagoas e riachos, desde a Esplanada até o Camacho.
Riachos poluídos atravessam as cidades em vários sentidos.
Herdarás o solo sagrado e a fertilidade será transmitida de geração em geração.
Se o homem do campo não produz o da cidade passa fome.
A miséria é consumir muitos recursos naturais.
Estamos esquecendo que fazemos parte da natureza.
O Lions apóia a meta da ONU de proteger o planeta Terra.
O homem é o único responsável tanto pela degradação como pela preservação do meio ambiente.
Os recursos naturais pertencem a todos e se esgotam.
Meio ambiente é onde se vive e preservá-lo é uma obrigação de todos.
Conheça os seus direitos e deveres ambientais.
A fotossíntese é o processo bioquímico mais importante que acontece na  natureza.
A maior e melhor indústria de alimentos do mundo é a planta e o sol é o seu sócio majoritário.
A palavra-chave é inovação e não apenas no âmbito tecnológico. A inovação precisa ser de atitude, de postura, de produção e de consumo.
Preservar é inteligente, preserve para o futuro.
Meio ambiente por inteiro.
É da natureza do Lions preservar e valorizar a vida.
Meio ambiente é o fundamento básico para a qualidade de vida.
Devemos pensar ecologicamente, dando a nossa contribuição para a melhoria da qualidade de vida do planeta.
Agressor do meio ambiente não é só aquele que o degrada, mas todos nós que não tomamos iniciativas dirigidas a simples atos como manutenção de lixeiras, conservação de praças, arborização de  ruas, cuidado com o lixo, etc.
Um chuveiro que recicla água utilizada para o banho foi considerado o maior invento num concurso ecológico promovido recentemente na Grã-Bretanha.
Todas as ações devem ser direcionadas para a busca do desenvolvimento sustentável.
O ideal seria que chovesse tão somente à noite e de dia fizesse sempre sol, para que a fotossíntese vigorasse na sua total plenitude.
O Ministério Público, mesmo anunciado como excelente, não se fez presente para escutar a proposta do Lions, de fazer cumprir a Lei do Meio Ambiente.
Gerenciar os recursos hídricos de uma bacia hidrográfica significa gerenciar também a sua cobertura vegetal. Não se pode pensar as duas coisas separadamente.
Se planejarmos para um ano, devemos cultivar cereais, se para uma década, devemos plantar árvores, porém, se planejarmos para uma vida inteira, devemos treinar e educar o “homem”.