quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Poluição do Ar

Poluição do Ar

É caracterizada pela presença de gases tóxicos e partículas líquidas ou sólidas no ar.


Os escapamentos dos veículos, as chaminés das fábricas, as queimadas estão constantemente lançando no ar grandes quantidades de substâncias prejudiciais à saúde.

As causas da Poluição Atmosférica

Nos grandes centros urbanos e industriais tornam-se freqüentes os dias em que a poluição atinge níveis críticos.


Os escapamentos dos veículos automotores emitem gases como o monóxido (CO) e o dióxido de carbono (CO2 ), o óxido de nitrogênio (NO), o dióxido de enxofre (SO2 ) e os hidrocarbonetos. As fábricas de papel e cimento, indústrias químicas, refinarias e as siderúrgicas emitem óxidos sulfúricos, óxidos de nitrogênio, enxofre, partículas metálicas (chumbo, níquel e zinco) e substâncias usadas na fabricação de inseticidas.


Produtos como os aerossóis, espumas plásticas, alguns tipos de extintores de incêndio, materiais de isolamento de construção, buzinas de barcos, espumas para embalagem de alimentos, entre vários outros liberam clorofluorcarbonos (CFCs).


Todos esses poluentes são resultantes das atividades humanas e são lançados na atmosfera.

Os efeitos

A emissão excessiva de poluentes tem provocado sérios danos à saúde como problemas respiratórios (Bronquite crônica e asma), alergias, lesões degenerativas no sistema nervoso ou em órgãos vitais e até câncer. Esses distúrbios agravam-se pela ausência de ventos e no inverno com o fenômeno da inversão térmica (ocorre quando uma camada de ar frio forma uma parede na atmosfera que impede a passagem do ar quente e a dispersão dos poluentes). Morreram em decorrência desse fenômeno cerca de 4.000 pessoas em Londres no ano de 1952.


Os danos não se restringem à espécie humana. Toda a natureza é afetada. A toxidez do ar ocasiona a destruição de florestas, fortes chuvas que provocam a erosão do solo e o entupimento dos rios.


No Brasil, dois exemplos de cidades totalmente poluídas são Cubatão e São Paulo.


Os principais impactos ao meio ambiente são a redução da camada de ozônio, o efeito estufa e a precipitação de chuva ácida.

A redução da Camada de Ozônio

A camada de ozônio protege a terra dos raios ultravioleta do sol, que são extremamente prejudiciais à vida. Ela está situada na faixa de 15 e 50 Km de altitude.


Os CFCs (clorofluorcarbonos) são compostos altamente nocivos a este escudo natural da terra. O CFC é uma mistura de átomos de cloro e carbono. Presentes no ar poluído, o CFC é transportado até elevadas altitudes quando é bombardeado pelos raios solares ocasionando a separação do cloro e do carbono. O cloro, por sua vez, tem a capacidade de destruir as moléculas de ozônio. Basta um átomo de cloro para destruir milhares de moléculas de ozônio (O3 ) formando um buraco, pelo qual, os raios UV passam chegando a atingir a superfície terrestre.


Em 1985 os cientistas descobriram um buraco na camada de ozônio sobre a Antártida o qual continua se expandindo. A redução do ozônio contribui para o efeito estufa.

Efeito Estufa
É a elevação da temperatura da terra provocado pela introdução na atmosfera de excessivas quantidades de gases estranhos. O principal agente causador do efeito estufa é o gás carbônico (CO2 ) resultante da combustão do carvão, lenha e petróleo.
Esse efeito é semelhante à dos vidros fechados de um carro exposto ao sol. O vidro permite a passagem dos raios solares, acumulando calor no interior do veículo, que fica cada vez mais quente.
As conseqüências desse fenômeno são catastróficas como o aquecimento e a alteração do clima favorecendo a ocorrência de furacões, tempestades e até terremotos; ou o degelo das calotas polares, aumentando o nível do mar e inundando regiões litorâneas; ou afetando o equilíbrio ambiental com o surgimento de epidemias.
Chuva Ácida
A queima incompleta dos combustíveis fósseis pelas indústrias e pelos veículos produzem o gás carbônico junto com outras formas oxidadas do nitrogênio e do enxofre que são liberados para a atmosfera.
Juntando o dióxido de enxofre e o vapor d'água forma-se o ácido sulfúrico que cai sobre a superfície terrestre em forma de chuva.
As conseqüências disto são a acidez dos lagos ocasionando o desaparecimento das espécies que vivem neles, o desgaste do solo, da vegetação e dos monumentos.
Algumas medidas para solucionar os problemas da Poluição do Ar


  • A existência de uma rigorosa legislação antipoluição, que obrigue as fábricas a instalarem filtros nas suas chaminés, a tratar os seus resíduos e a usar processos menos poluentes. Penalizações para as indústrias que não estiverem de acordo com as Leis;

  • Controle rigoroso dos combustíveis e sobre seu grau de pureza;

  • Criação de dispositivos de controle de poluição;

  • Vistoria nos veículos automotores para retirar de circulação os desregulados. Nos modelos mais antigos a exigência de instalação de filtros especiais nos escapamentos;

  • Aplicação de rodízio de carros diariamente;

  • Incentivar as pessoas a deixarem seus carros em casa pelo menos dois dias, organizando assim, um sistema de caronas e a utilizarem mais os transportes coletivos;

  • Melhoria e segurança no sistema de transporte coletivo;

  • Recolhimento de condicionadores de ar, geladeiras e outros produtos que usam CFC;

  • Incentivo às pesquisas para a elaboração de substitutos do CFC;

  • Investimentos nas fontes alternativas de energia e na elaboração de novos tipos de combustíveis como o álcool vegetal (carros), extraído da cana-de-açúcar e do eucalipto, e do óleo vegetal (substitui o óleo diesel e o combustível para a aviação), extraído da mamona, do babaçu, da soja, do algodão, do dendê e do amendoim;

  • Melhor planejamento das cidades, buscando a harmonia entre a natureza e a urbanização;

  • Maior controle e fiscalização sobre desmatamentos e incêndios nas matas e florestas;

  • Proteção e conservação dos parques ecológicos;

  • Incentivo à população para plantar árvores;

  • Campanhas de conscientização da população para os riscos da poluição;

  • Cooperação com as entidades de proteção ambiental.


  • segunda-feira, 28 de outubro de 2013

    Incêndio no Parque do Rola Moça, em MG, é o maior desde 2003

    O incêndio que atinge o Parque Estadual da Serra do Rola Moça, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, já é considerado o maior dos últimos oito anos. Desde sexta-feira (23), o fogo é combatido,  e cerca 80% da área de vegetação foi queimada. De acordo com a Secretaria Estadual de Meio Ambiente, em 2003, a mesma área do parque foi devastada.

    “Desde que o parque foi criado, nós tínhamos como referência de incêndio florestal o de 2003. Agora, o prejuízo ambiental já está sendo maior. Só poderemos dimensionar quando for debelado”, disse o biólogo e gerente do Parque Estadual da Serra do Rola Moça, Marcos Vinícius de Freitas. Segundo ele, a estimava de 80% de área queimada pode ser ainda maior, porque focos isolados ainda são combatidos.

    Nesta segunda-feira (26), é grande a mobilização para extinguir os focos remanescentes de fogo. Ao todo, 115 pessoas – entre bombeiros, brigadistas e voluntários – atuam no controle do incêndio, segundo a gerência do parque.

    Biomas de cerrado e mata atlântica foram destruídos. Segundo o gerente do parque, um prejuízo difícil de estimar por causa das inúmeras espécies da fauna e da flora. “É triste demais. A gente tem aqui os campos ferruginosos, que são endêmicos, e a vegetação que ocorre nessas placas são muito sensíveis. O prejuízo de um incêndio é incalculável. Algumas espécies da flora, além de só existirem no parque, às vezes, não foram nem identificadas pela ciência”, lamentou.

    Répteis e anfíbios, além de algumas espécies de mamíferos, também são afetadas e nem sempre conseguem escapar devido à velocidade de propagação do fogo, segundo Freitas. “Primeiro , de cara, você tem o dano da vegetação. Só que outros grupos ecológicos são comprometidos”, falou.

    A recuperação da área devastada e lenta e vai precisar de reforço. “Existe uma regeneração natural, mas, pela proporção, vai ser feito uma intervenção para acelerar a recuperação com o plantio de vegetação nativa”, informou Freitas. Segundo ele, serão necessários de 20 a 25 anos para a recomposição, mas algumas perdas são irreparáveis.

    O Parque Estadual da Serra do Rola-Moça é uma área de preservação localizada nos municípios de Belo Horizonte, Nova Lima, Ibirité e Brumadinho e possui 3.941,09 hectares. Está situado numa zona de transição de cerrado para mata atlântica, rico nos tipos de formação vegetais chamadas de campos ferruginosos e de altitude.

    Segundo a Secretaria Estadual de Meio Ambiente, as unidades de conservação são habitat natural de espécies da fauna ameaçadas de extinção como a onça parda, a jaguatirica e o lobo-guará. O parque abriga ainda seis mananciais responsáveis pelo abastecimento de parte da população da Região Metropolitana de Belo Horizonte.

    O parque completa 17 anos nesta terça-feira (27). A visitação está mantida, segundo Freitas. “Eu acho interessante que as pessoas vejam a capacidade de destruição do homem em relação a esses ambientes. Assusta. É muito triste, é um cenário de destruição, parece filme", relatou.

    De acordo com o setor de meteorologia da Companhia Energética de Minas Gerais, já são 108 sem chuva significativa em Belo Horizonte.

    Combate ao incêndio
    Os bombeiros retomaram na manhã desta segunda-feira (26) o combate ao incêndio no Parque Estadual da Serra do Rola Moça, entre Brumadinho e Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com os militares, o fogo teria começado na sexta-feira (24) e cerca de 80% da reserva já foi destruída.

    O condomínio residencial Retiro das Pedras também foi atingido pelo fogo. Os militares disseram que os trabalhos devem se concentrar em uma área de vegetação de mata atlântica e no Condomínio Casa Branca.

    Serra do Curral
    Outro incêndio atinge o Serra do Curral, no Bairro Mangabeiras, na região Sul de Belo Horizonte, na manhã desta segunda-feira (26). Neste domingo (25), cerca de 20 pessoas, entre bombeiros e brigadistas, trabalharam no local. A área queimada não foi contabilizada.

    Os bombeiros informaram que militares devem retomar o combate às chamas na manhã desta segunda-feira (26). A área faz parte do Parque das Mangabeiras. A administração do Parque das Mangabeiras informou que as chamas não ameaçaram as áreas de lazer e de serviços do parque.

    domingo, 27 de outubro de 2013

    AMAZÔNIA

    A Amazônia está situada em sua porção centro-norte; é cortada pela linha equatorial e, portanto, compreendida em área de baixas latitudes. Ocupa cerca de 2/5 do continente e mais da metade do Brasil. Inclui 9 países (Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela). A Amazônia brasileira compreende 3.581 Km2, o que equivale a 42,07% do país. A chamada Amazônia Legal é maior ainda, cobrindo 60% do território em um total de cinco milhões de Km2. Ela abrange os estados do Amazonas, Acre, Amapá, oeste do Maranhão, Mato Grosso, Rondônia, Pará, Roraima e Tocantins.
    O clima é do tipo equatorial, quente e úmido, com a temperatura variando pouco durante o ano, em torno de 26ºC.Árvores da floresta amazônica. É muito comum na região, os períodos de chuva provocados em grande parte pelo vapor d'água trazido do leste pelos ventos.
    A grande bacia fluvial do Amazonas possui 1/5 da disponibilidade mundial de água doce e é recoberta pela maior floresta equatorial do mundo, correspondendo a 1/3 das reservas florestais da Terra. Floresta Amazônica.
    Apesar de ser o maior estado brasileiro (Amazonas), possui a menor densidade demográfica humana, com menos de 10% da população do país, 7.652.500 habitantes.

    Meios de transportes e Zona Franca

    O transporte fluvial é ainda o mais importante, mas começa a ser complementado pelas rodovias federais, como a Transamazônica, a Belém - Brasília e a Manaus - Porto Velho. O aeroporto de Manaus tornou-se um dos principais do país em volume de carga embarcada, sendo utilizado para o escoamento da produção das indústrias eletrônicas da Zona Franca, estabelecida em 1967como área livre de importação e exportação. Nessa área, as mercadorias procedentes do exterior não pagam impostos de importação, quando se destinam ao consumo local, às indústrias da região, ou à reestocagem para reexportação.

    Economia

    A economia é dominada pelo extrativismo vegetal, exercido sobre uma flora com enorme variedade de espécies. Além da seringueira e do caucho, de onde se extrai a borracha, são coletadas a castanha-do-pará, vários tipos de madeira, gomas, guaraná, babaçu, malva e muitas outras. O extrativismo mineral, de gemas e pedras preciosas começa a assumir maior importância, já que a região possui inúmeros recursos, até hoje pouco explorados: ouro no Pará, no Amazonas, em Roraima e no Amapá; ferro no Pará (serra dos Carajás), no Amapá e no Amazonas; sal-gema no Amazonas e no Pará; manganês no Amapá (serra do Navio), no Pará e no Amazonas; bauxita no Pará (Oriximiná, no rio Trombetas, e em Tucuruí), além de calcário, cassiterita, linhita, gipsita, cobre, estanho, chumbo, caulim, diamante e níquel.
    Na agricultura, as principais lavouras são as de juta, pimenta-do-reino, arroz, milho, cacau e mandioca. A criação de gado bovino concentra-se na região de Marajó, nos arredores de Porto Velho (Roraima), no Amapá e no norte dos Estados de Tocantins e Mato Grosso. A pesca do pirarucu e de outros peixes serve ao consumo local. Várias hidrelétricas, como as de Tucuruí, no rio Tocantins, no Estado do Pará, e a de Balbina, no Estado do Amazonas, próxima de Manaus, foram construídas.

    Desmatamento da Floresta Amazônica

    A Amazônia abriga 33% das florestas tropicais do planeta e cerca de 30% das espécies conhecidas de flora e fauna. Hoje, a área total vítima do desmatamento da floresta corresponde a mais de 350 mil Km2, a um ritmo de 20 hectares por minuto, 30 mil por dia e 8 milhões por ano. Com esse processo, diversas espécies, muitas delas nem sequer identificadas pelo homem, desapareceram da Amazônia. Sobretudo a partir de 1988, desencadeou-se uma discussão internacional a respeito do papel da Amazônia no equilíbrio da biosfera e das conseqüências da devastação que, segundo os especialistas, pode inclusive alterar o clima da Terra.
    Incêndio na floresta - Queimada para desmatamento Corte da madeira. Desmatamento da Amazônia.

    Povos primitivos

    A Amazônia é um dos poucos redutos do planeta onde ainda vivem povos humanos primitivos, dezenas de tribos que espalham-se em territórios dentro da mata, mantendo seus próprios costumes, linguagens e culturas, inalterados por milhares de anos. Antropólogos acreditam que ainda existam povos primitivos desconhecidos, vivendo nas regiões mais inóspitas e inacessíveis. As características do clima e do solo da região amazônica, pouco propícias à conservação de materiais, não deixaram muitos vestígios sobre a vida dos povos pré-colombianos. Mas o patrimônio arqueológico é precioso, com registros que chegam a 10.000 a.C. A riqueza da cerâmica, com suas pinturas elaboradas, demonstra que muitos desses povos atingiram um estágio avançado de organização social, sempre guiados por uma forte relação com a natureza.

    Folclore

    As origens do folclore da região amazônica se perdem no tempo, mas as raízes negras, indígenas e africanas continuam presentes e são encontradas em diversas manifestações culturais, mostrando influência de todos esses povos, transformada em rituais próprios e característicos da região. Na dança, na música como o carimbó, marabaixo e o boi-bumbá.
    Tribos Indígenas:
    • Arara
    • Bororo
    • Gavião
    • Katukina
    • Kayapó
    • Kulína
    • Marubo
    • Sateré - Mawé
    • Tenharim
    • Tikuna
    • Tukâno
    • Wai-Wai
    • Yanomami

    Chuvas e inundações na bacia amazônica

    A bacia amazônica é um dos locais mais chuvosos do planeta, com índices pluviométricos anuais de mais de 2.000 mm por ano, podendo atingir 10.000 mm em algumas regiões. Durante os meses de chuva, a partir de dezembro, as águas sobem em média 10 metros, podendo atingir 18 metros em algumas áreas. Isso significa que durante metade do tempo, grande parte da planície amazônica fica submersa, caracterizando a maior área de floresta inundada do planeta, cobrindo uma área de 700.000 Km2.

    Rio Amazonas

    Rios da Amazônia. Em 1541, o espanhol Francisco de Orellana e seus homens navegavam no rio Napo (que desemboca em outro rio maior), a leste dos Andes. Passaram-se meses, e era incontável o número de afluentes que engrossavam as águas do imenso rio. A certa altura, a embarcação é atacada por um grupo de indígenas, que disparam flechas envenenadas. Orellana dá ordem para seus homens desviarem o barco, afastando-o do alcance dos índios. Após safar-se do perigo, Orellana, impressionado com o aspecto dos indígenas, que acredita serem mulheres, lembra-se das Amazonas - as guerreiras da mitologia grega - e batiza o rio que passa a se chamar rio das Amazonas.
    O rio Amazonas começa no Peru, na confluência dos rios Ucayali e Maranõn. Entra no Brasil com o nome de Solimões e passa a chamar-se Amazonas quando recebe as águas do rio Negro, no interior do Estado do Amazonas.
    No período das chuvas, os rio chega a crescer 16 metros acima de seu nível normal e inunda vastas extensões da planície, arrastando consigo terras e trechos da floresta. Sua largura média é de 12 quilômetros, atingindo freqüentemente mais de 60 quilômetros durante a época de cheia. As áreas alagadas influenciadas pela rede hídrica do Amazonas, formam uma bacia de inundação muito maior que muitos países da Europa juntos. Apenas a ilha do Marajó, na foz do Amazonas, é maior que a Suíça.
    O rio Amazonas conta com mais de 1.000 afluentes e é o maior e mais largo rio do mundo e o principal responsável pelo desenvolvimento da floresta Amazônica. O volume de suas águas representa 20% de toda a água presente nos rios do planeta. Têm extensão de 6.400 quilômetros, vazão de 190.000 metros cúbicos por segundo (16 vezes maior que a do rio Nilo). Na foz, onde deságua no mar, a sua largura é de 320 quilômetros. A profundidade média é de 30 a 40 metros.
    O rio Amazonas disputa com o Nilo o título de maior rio do mundo, mas é imbatível em volume d'água. Recebe cerca de 200.00 Km2 água por segundo e, em alguns pontos, o rio é tão largo que não dá para ver a outra margem.

    Pororoca

    Na foz do rio Amazonas, quando a maré sobe, ocorrem choques de águas, elevando vagalhões que podem ocasionar naufrágios e são ouvidos a quilômetros de distância, é a pororoca.
    O volume de água do rio Amazonas é tão grande que sua foz, ao contrário dos outros rios, consegue empurrar a água do mar por muitos quilômetros. O oceano atlântico só consegue reverter isso durante a lua nova quando, finalmente, vence a resistência do rio. O choque entre as águas provoca ondas que podem alcançar até 5m e avança rio adentro. Este choque das águas tem uma força tão grande que é capaz de derrubar árvores e modificar o leito do rio.
    No dialeto indígena do baixo Amazonas o fenômeno da pororoca tem o seu significado exato, poroc-poroc, que significa destruidor.
    Embora a pororoca aconteça todos os dias, o período de maior intensidade no Brasil acontece entre janeiro e maio e não é um fenômeno exclusivo do Amazonas. Acontece nos estuários rasos de todos rios que desembocam no golfo amazônico e no rio Araguari, no litoral do Estado do Amapá, e também nos rios Sena e Ganges.

    Rio Negro

    Suas águas são mesmo muito escuras. Isso acontece por causa da decomposição da matéria orgânica vegetal que cobre o solo das florestas e é carregada pela inundações.
    Como a água é muito ácida e pobre em nutrientes, é este processo que garante a maior parte dos alimentos consumidos pela fauna aquática.

    Rio Solimões

    Quando o rio Solimões se encontra com o Negro (ganhando o nome de rio Amazonas), ele fica bicolor. Isso acontece por que as águas, com cores contrastantes, percorrem vários quilômetros sem se misturar.

    terça-feira, 8 de outubro de 2013

    Efeito estufa

    Imagine uma estufa: um recinto fechado por vidro cuja finalidade é manter o ambiente interno aquecido apesar de a parte externa estar mais fria. O mecanismo é o seguinte: a luz solar, constituída de uma ampla faixa do espectro eletromagnético que atinge a superfície da Terra, atravessa o vidro e é absorvida pela superfície. Entre essas radiações estão a luz visível, que vai do vermelho ao violeta, e as ondas do infra-vermelho (mais longas), que conduzem o calor. O vidro reflete grande parte dessas ondas longas, mas uma quantidade penetra no interior da estufa.
    Numa situação normal, o fato de que todo corpo que absorve energia radiante também a irradia de volta nos levaria a um esfriamento mais rápido. Porém, nesse caso, quando as ondas de calor que penetram na estufa são irradiadas de volta pela sua superfície interna, encontram o vidro da estufa – que as reflete para dentro outra vez, aquecendo o ambiente interno. Se isso não acontecesse, o interior esfriaria.
    No caso da Terra se passa a mesma coisa, só que as ondas de calor irradiadas pela superfície terrestre encontram os gases de efeito estufa (e não o vidro), que as refletem de volta, aquecendo a atmosfera. O efeito estufa é necessário para a existência da vida – o problema é que, quando ocorre em excesso, provoca um aumento de temperatura acima do normal.

    sábado, 24 de setembro de 2011

    Falta de chuva afeta leito de rios e causa morte de animais em GO

    Estiagem tem causado problemas no município de Porangatu.
    Seca prejudica cerca de 60 famílias de assentamento da região.

    Do Globo Rural
    A última chuva que caiu na zona rural de Porangatu, no norte de Goiás, foi no início de abril. Os cinco meses de estiagem comprometeram o leito dos rios, que nesta época do ano já estão praticamente secos.
    No Rio do Ouro, um dos mais importantes mananciais da região, é possível caminhar sem problemas.
    A situação fica ainda mais grave nos assentamentos rurais. A agricultora Silvânia Ferraz tentou, mas não conseguiu salvar o animal que ficou debilitado por causa da seca.
    Cerca de 60 famílias que moram no Assentamento Irmã Dorothy enfrentam problemas com a falta de água e de pastagem para alimentar o rebanho.

    sábado, 10 de setembro de 2011

    Como fazer lâmpadas com garrafas pet

    Os materiais necessários para isso são:
    • Garrafa PET transparente
    • água sanitária ou cloro
    • água da torneira
    • tubo de filme fotográfico (ou alguma outra coisa para proteger a tampa da garrafa)
    É bem fácil de fazer: Basta encher a garrafa PET com água e colocar um pouquinho de água sanitária (ou cloro). Agora é só tampar bem para evitar que a água seque. Por fim, coloque o tubo de filme na tampa para evitar o ressecamento causado pelos raios luminosos.
    Agora é só fazer uns furos no telhado e fixar a lâmpada com massa de vidraceiro, lembrando que se o serviço não for bem feito, qualquer chuvinha será sinônimo de goteira no seu barraco.

    terça-feira, 6 de setembro de 2011

    RECICLÁVEIS E NÃO RECICLÁVEIS

    Entre os tipos de papel que podem ou não ser reciclados, temos:

    RECICLÁVEIS
    jornais e revistas, folhas de caderno, formulários de computador, envelopes, rascunhos, caixas em geral, aparas de papel, fotocópias, papel de fax, cartazes e folhetos
    NÃO RECICLÁVEIS
    papel carbono, fita crepe, papéis metalizados, papéis parafinados, papéis plastificados, papéis sanitários, "papel" de bala, embalagens de biscoitos, papéis sujos, etiqueta adesiva, tocos de cigarro e fotografias